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Proibição do Triclosan abre portas para pro-bióticos naturais
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Proibição do Triclosan abre portas para pro-bióticos naturais

14/03/2017

Triclosan é um ingrediente bacteriostático amplamente usado em produtos de beleza cuja eficácia e segurança tem sido questionada há alguns anos. Em 2013, quando o FDA propôs pela primeira vez a proibição do Triclosan e desafiou a indústria a provar sua eficácia e segurança, o ingrediente correspondia globalmente por 1.717 toneladas no mercado de beleza e cuidados pessoais. Até hoje, 19 ingredientes químicos ativos, incluindo o Triclosan, já foram banidos nos Estados Unidos de serem usados em sabonetes antibacterianos comerciais, fato impulsionado pelo fracasso da indústria de comprovar cientificamente o uso desses produtos. Entretanto, Triclosan é ainda presente em outros produtos, incluindo pastas de dente. A categoria de produtos voltados aos cuidados com a boca é, de fato, líder globalmente no uso do Triclosan, correspondendo por 1.177 toneladas e com crescimento médio ao ano projetado para 4% de 2015 a 2020. Já esperando essa proibição, grandes empresas, como a Procter & Gamble, Johnson & Johnson e a Colgate-Palmolive, começaram a retirar o Triclosan de seus produtos para banho em 2013. Não surpreendentemente, sem alternativas financeiramente viáveis e seguras para o Triclosan, as vendas de ingredientes antimicrobianos em produtos para o banho começaram a cair: 16% entre 2013 e 2014 e um declínio ainda mais drástico de 41% entre 2014 e 2015. Na realidade, poucos produtos ainda possuem reinvindicações antibacterianas devido à incerteza sobre a segurança e eficácia das aternativas atualmente disponíveis. Adeus probióticos, bem-vindos probióticos? À luz do recente anúncio feito pelo FDA que sabonetes antibacterianos contendo agentes químicos banidos não são mais eficientes que o sabão e água regulares, a indústria vem buscando alternativas mais seguras e eficientes. Dado a conscientização dos consumidores em relação ao meio ambiente, especialmente nos mercados ocidentais, ingredientes naturais, como os pro-bióticos, estão se tornando mais atraentes. A crescente popularidade dos pro-bióticos em produtos não-comestíveis, como cosméticos, e a preferência dos consumidores por ingredientes mais sustentáveis e seguros podem criar oportunidades de mercado para os ingredientes pro-bióticos naturais com funcionalidade antimicrobiana. Oportunidades e desafios para os sabonetes pro-bióticos No cenário atual, com o Triclosan fora do mercado, ingredientes pro-bióticos possuem uma oportunidade de penetrar o mercado de sabonetes. Os organismos pro-bióticos encontrados no solo possuem algumas vantagens sobre aqueles provenientes de plantas, usados em alimentos e cosméticos. O uso desses microrganismos provenientes do solo que são capazes de formar esporo a supera o maior desafio dos fabricantes de ingredientes químicos: a estabilidade. Estes ingredientes são compatíveis com a maioria dos agentes químicos, incluindo surfactantes, o que os torna mais adequados para serem usados em sabonetes. Entretanto, ainda há algumas barreiras que precisam ser superadas antes da indústria realmente abraçar a tendência dos pro-bióticos. Embora uma porção da população está disposta a pagar um preço premium por produtos sustentáveis, os altos preços são a maior barreira de entrada dos pro-bióticos em relação a outros agentes químicos antimicrobianos. Com a entrada de novas marcas no mercado, a necessidade de se diferenciar se tornará mais importante nos próximos anos. É muito difícil para os consumidores comprar produtos pro-bióticos se as marcas não fornecerem informações confiáveis sobre as credenciais sustentáveis. Atualmente, os rótulos não incluem o nome da bactéria, gênero e/ou espécie, nem a concentração das bactérias, o que dificulta para as empresas influenciarem a decisão de compra, especialmente de produtos que alegam conter várias funcionalidades. Consumidores, especialmente os jovens adultos que são mais sensíveis às questões ambientais, estão cada vez mais buscando rótulos com certificações sustentáveis que confirmem o que os produtos prometem oferecer. Uma série de certificados sustentáveis, como o ‘eco-label’, ‘selo verde’ ou ‘sem-GMO’, estão sendo usados pelas marcas para criar uma imagem positiva dos produtos pro-bióticos, concentrando-se nos benefícios ambientais destes ingredientes. Uma vez que consumidores estão dispostos a trocar de produtos, as marcas mais populares podem estar em risco se forem percebidas como menos verdes que as alternativas. Além disso, potenciais mudanças de regulamentação podem também limitar o crescimento desse seguimento no futuro. A proibição do Triclosan certamente oferece oportunidades comerciais para os ingredientes pro-bióticos. Embora ainda seja um mercado de nicho, o cenário está favorável para esses ingredientes e novos lançamentos são esperados em curto e médio prazo. A indústria precisa investir em ensaios clínicos para convencer o FDA que os pro-bióticos são mais eficientes que o sabão comum e também no marketing sustentável para convencer os consumidores que os ingredientes valem o preço. Isto será essencial para mudar os hábitos de compra dos consumidores, favorecendo produtos premium.

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