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Categoria de repelentes segue em forte crescimento pelo terceiro ano consecutivo
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Categoria de repelentes segue em forte crescimento pelo terceiro ano consecutivo

20/04/2017

O Brasil é referência internacional no setor de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (HPPC) e ocupa a quarta posição no ranking mundial de consumo, perdendo apenas para Estados Unidos, China e Japão. Este posicionamento pode ser ainda melhor, a começar pela retomada do crescimento da economia, prevista para meados deste ano até o início de 2018. De acordo com pesquisa realizada pela Euromonitor, o Brasil deve voltar a ocupar a terceira posição até 2020, com crescimento de 14,3%. Nos últimos anos, a procura pelos repelentes bateu todos os recordes de mercado. Em 2015 e 2016, mesmo com a grave crise financeira do país, o segmento ficou em destaque e passou bem longe dos números negativos registrados por outros mercados e indústrias brasileiras. A linha de vendas segue em movimento crescente. Em 2014, o aumento foi de 6,6%, já em 2015, dobrou para 32,5% e, em 2016, o salto foi ainda maior, para 49%. Todos estes números foram impulsionados pela epidemia de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, como Chicungunya, Zika, Dengue e Febre Amarela. Em 2016, foram registrados mais de 1,4 milhão de casos de dengue, dentre eles, 629 mortes. A Chikungunya infectou cerca de 260 mil pessoas e a Zika, 210 mil. A melhor forma de prevenção é impedir a proliferação dos ovos em água paradas, mas, em paralelo, a população recorre aos repelentes. Os produtos destinados às gestantes foram os mais procurados, já que a transmissão do vírus Zika pode causar microcefalia em fetos. Segundo estudo realizado pela Kantar Worldpanel, cerca de 75% das famílias que adquiriram o produto em 2016 não tinham se prevenido nos anos anteriores. A expectativa para 2017 também não fica atrás, já que janeiro iniciou com o agravamento das transmissões de febre amarela, com pelo menos 215 novos casos e 70 mortes. O mercado de repelentes segue em ascensão e apresenta novas oportunidades e melhorias para maior aproveitamento das vendas e satisfação dos clientes. Seguindo a tendência mundial, de acordo a engenheira química e Diretora da ENCOSMÉTICA Consultoria, Enilce Oetterer, “as empresas do setor estão cada vez mais aperfeiçoando os repelentes, por meio de novas formulações, rótulos, embalagens, diferentes tipos de loções, formas em spray etc”. O Institute of Personal Care Science, da Austrália, fez um estudo sobre as próximas tendências de consumo e destacou os seguintes pontos: as embalagens devem facilitar o uso do produto, com melhor layout, e os rótulos precisam conter informações claras e objetivas. Tutoriais de aplicação também serão bem-vindos; a durabilidade será um dos pontos principais na exigência do consumidor. Como a rotina é agitada e a população passa mais tempo na rua e no trabalho, os produtos precisam de uma resistência maior ao suor, poluição e longas horas; a consicência ambiental saiu apenas da teoria e alcançou diferentes mercados brasileiros, desde a compra de alimentos até cosméticos. A clareza na produção e formulação passam a ser mais do que estratégia de marketing e, sim, exigência do consumidor; e, por fim, produtos personalizáveis, os clientes devem exigir mercadorias que atendam inteiramente às suas necessidades. Por se enquadrarem na categoria de cosméticos, os repelentes também devem seguir as mesmas regulamentações estabelecidas pela Agência de Vigilância Sanitária (ANVISA). Diversos tipos de matérias-primas fazem parte das composições químicas dos repelentes e, segundo a ANVISA, as substâncias ativas aprovadas para a utilização em formulações de repelentes são: Icaridina (Icaridin ou KBR 3023), princípio ativo sintético derivado da pimenta, que possui maior efetividade e duração. Em concentração de 10% oferece proteção por um período de três a cinco horas e a 20%, de oito a dez horas. No Brasil, seu uso é permitido em crianças a partir de dois anos de idade. A eficácia desta substância também protege contra os mosquitos Anopheles ambiae, principal transmissor da malária, além do Aedes aegypti; IR3535, repelente de uso tópico, com amplo espectro, considerado não tóxico para humanos, incluindo lactantes, gestantes e crianças. Esta molécula apresenta elevado nível de segurança, devido a curta degradação metabólica e rápida excreção, como um simples ácido hidrossolúvel. Em concentração de 30% é permitido pela Anvisa para crianças acima de 6 meses e seu período de proteção conferido é de 4h; DEET, desenvolvido pelo exército norte-americano durante a Segunda Guerra Mundial para ser aplicado diretamente na pele ou nas roupas, tendo como principal função proteger contra picadas de insetos, carrapatos e artrópodes. Originalmente foi testado como pesticida em áreas rurais. No Brasil os produtos que são vendidos como repelentes para uso na pele, tem o nome do princípio ativo indicado na embalagem como oir exemplo Diethyl Toluamide e sua concentração varia, geralmente, entre 5% a 15%. Existem ainda produtos, aprovados pela ANVISA, com extratos vegetais ou o óleo de plantas como Citronela, do gênero Cymbopogon Nardus. Segundo Enilce Oetterer, “produtos naturais de ação repelente não devem ser utilizados, pois estes não possuem estudos concretos sobre sua eficácia e podem provocar reações sobre a pele e o organismo, causando alergias. Os consumidores devem observar também as indicações de aplicação descritas no rótulo e respeitar o modo de uso para que o produto tenha eficácia máxima“. Fonte: FCE Cosmetique

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